O herói é apaixonado (Lições da Nasa – Post 2/10)

Ir a órbita, seja para os que foram à Lua, seja para os que estiveram na Estação Espacial, é o auge da carreira dos profissionais de elite da Nasa. Para chegar lá, muito esforço e dedicação são exigidos dos candidatos a astronauta.

Para começar, é preciso ter se graduado com excelentes notas em universidades renomadas. Obviamente, essa graduação deve estar focada nas áreas de Exatas ou Biológicas, preferencialmente Física, Matemática, Engenharia, Astronomia ou Medicina.

A Nasa também requer, além da proficiência em Inglês, o domínio de outro idioma estrangeiro. Também é preciso grande experiência como piloto de aviões a jato e muitas horas de estudo e simulação para saber lidar com todos os equipamentos das naves e ônibus espaciais. São ainda necessários estudos específicos para cada missão.

O condicionamento físico tem de ser impecável. Mesmo no espaço, nenhum astronauta está dispensado de treinar ao menos duas horas por dia. É o mínimo para quem se sujeita a enfrentar ambientes tão distintos daquele que temos aqui na Terra.

Quem é escolhido para uma viagem espacial sabe que mesmo com todo o treinamento, terá muitas adversidades a enfrentar, a começar pelo uso do traje espacial. A comida também não é exatamente apetitosa. E atos corriqueiros como tomar banho, escovar os dentes e mudar de roupa podem ser considerados verdadeiros desafios no espaço.

Só mesmo um louco, um apaixonado se submeteria a tantos sacrifícios, não é mesmo?

E o que dizer daqueles que criam grandes obras artísticas, dos que ousam empreender apesar das barreiras, dos que se propõem a gerir grandes processos ou equipes numerosas, dos que querem inovar em suas tarefas para obter melhores resultados? São, também, loucos, apaixonados.

Sem paixão por aquilo que fazemos, a tendência é desistir ao primeiro obstáculo. Ou “empurrar com a barriga”, naufragando na rotina e desperdiçando os talentos que temos e os sonhos que acalentamos.

Ser apaixonado é buscar mais conhecimento sobre o assunto; é estimular os colegas e subordinados a fazer o melhor todos os dias; é aplicar o que se aprende; é agir de acordo com o que pregamos.

Sejamos, portanto, apaixonados. Isso não fará com que os problemas desapareçam. Isso nos tornará mais fortes e motivados diante deles.

Se você está mergulhado no desânimo e na rotina, procure algo do seu cotidiano que desperte ou reacenda sua paixão. Se depois de muito esforço, você não encontrar nada que o encante, agradeça. Você acaba de tomar consciência de que é hora de refletir sobre novos rumos.

E então? Qual é sua paixão profissional?

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